A 12ª edição do Montanha Pico Festival apresenta 35 curtas e longas metragens, de 8 a 29 de janeiro, em dez sessões, divididas por três salas, na ilha do Pico.
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"Além das já habituais sessões de filmes em cenário montanhoso ou sobre cultura montanhosa, este ano destacamos as melhores longa-metragens portuguesas, depois da abertura do festival que é dedicada aos Açores", afirmou, em comunicado de imprensa, Terry Costa, diretor artístico da associação MiratecArts, produtora do festival de cinema.
Ao todo serão exibidos 35 filmes, entre curtas e longas metragens, nacionais e estrangeiras, de vários géneros cinematográficos.
"São dez noites de cinema em três grandes ecrãs da nossa ilha", sublinhou Terry Costa.
Às quintas-feiras, os filmes serão exibidos no Auditório Municipal das Lajes do Pico, às terças no Auditório do Museu dos Baleeiros, também nas Lajes do Pico, e no fim de semana de 23 a 25 de janeiro no Auditório da Madalena.
O festival arranca no dia 8 de janeiro, às 21:00 locais (22:00 em Lisboa), no Auditório Municipal das Lajes do Pico, com uma sessão dedicada às obras produzidas nos Açores, que tem entrada livre.
A sessão de abertura apresenta as curtas-metragens "First Date", de Luís Filipe Borges, "Calhau", de Paulo Abreu, "Ilhoa", de Margarida Saramago, "Reviralha", de Sara Massa, e "Reflexos", de Francisco Rosas, com imagens das ilhas do Pico, Faial, Corvo e São Miguel.
Será também exibida a curta-metragem "Ainda (Não) em Casa", de Kateryna Kondratieva, que relata a experiência de mulheres ucranianas que abandonaram as suas casas na sequência da guerra e se mudaram para os Açores.
A sessão termina com o documentário "Alice: Mulher Moderna", de Tiago Rosas, da Palco Ilusões, que explora a vida e o legado de Alice Moderno.
"Escritora, jornalista, empresária, feminista, republicana, pensadora anticlerical, a primeira mulher a frequentar o ensino secundário em Ponta Delgada, fundadora da Sociedade Micaelense de Proteção Animal e companheira de Evelina de Sousa numa época de forte conservadorismo social, Alice Moderno surge neste filme como um símbolo de coragem, modernidade e resistência no início do século XX em Portugal", adianta a organização.
Há uma nova sessão de curtas-metragens, no dia 13, com "A Gralha do Algar da Malhada", de Joana Saraiva Marques, "Estou a Sentir Qualquer Coisa", de Nuno Pimentel, "Raiano", de Marina Schneider, "Mãos na Terra", de Luís Sequeira, "80 for 80", de Tamara Susa, e "The (Bi)Cycle", de Jarro Teslár.
No dia 15, é exibido o filme "A Savana e a Montanha", de Paulo Carneiro, e no dia 20, há uma sessão de documentários em inglês, com "The Bride of Mont Blanc", de Grace T.S.P., "The Unlimited World", de Lukas Berger, "Soar", de John Hamlet, e "The Eyes of the Earth, the Call of the Andes", de Matias Grez e Bernardita Lira.
Segue-se outra sessão de curtas-metragens, no dia 22, com "O Incêndio", de Joana Cabete, "O Último Pastor do Sabugueiro", de Laurène da Palma Cavaco, "Porta-te Bem", de Joana Alves, "Talhados na Pedra", de Tiago Cerveira, "À procura de um Lobo", de Daniel José Pereira, e "Palavras ao Vento", de Miguel Chichorro.
O festival encerra com a exibição de três filmes portugueses no Auditório da Madalena: "Banzo", de Margarida Cardoso, no dia 23, "Grand Tour", de Miguel Gomes, no dia 24, e "O Teu Rosto Será o Último", de Luís Filipe Rocha, no dia 25.
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